Pão de milho de liqüidificador

Coisa boa é comer o que se tem vontade. Hoje resolvi adaptar a receita de pão de liqüidificador. Acredite: ficou ainda mais gostoso que o original.

Anote aí os ingredientes:

▶️01 ovo,
▶️1/2 xícara de óleo,
▶️1 1/2 xícara de leite,
▶️01 colher (sobremesa) de sal,
▶️03 colheres (sopa) de açúcar,
▶️01 colher rasa (sopa) de fermento
biológico seco,
▶️01 xícara de fubá,
▶️02 xícaras de farinha de trigo.

Fazer é fácil. Bata no liqüidificador os líquidos, o açúcar e o sal. Depois de bem misturados acrescente o fermento. Continue batendo e junte as farinhas.
Unte uma forma inglesa com óleo e despeje a mistura. Deixe descansar por 30 min e leve ao forno baixo por aproximadamente 45 min ou até que doure.

Bom apetite!

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Cuscuz (milho)

Se tem uma comida que o sergipano gosta é o cuscuz. É a nossa polenta! Aliás, me perdoem os amantes de polenta, mas o cuscuz é bem melhor!
Combina com quase tudo: Leite, ovos estrelados, lombo, linguiça, carne moída, frango e, até peixe. Há quem goste ainda de um cuscuz doce – Com leite condensado.
Vamos passar hoje a receita básica. Para isso você vai precisar de um cuscuzeiro, já que ele é cozido no vapor.


Cuscuz 
03 xícaras de fubá de milho grosso
02 xícaras de água
01 colher de sopa (rasa) de sal
Modo de Fazer
Adicione o sal à agua e mexa. Misture à farinha de milho com ajuda das mãos. Ele não deve ficar muito molhado. Deixe descansar por, aproximadamente 15 minutos.
Unte com margarina a parte do cuscuzeiro que não fica submersa. Adicione cuidadosamente a massa (ela fica soltinha). Não aperte com colher. Quanto mais soltinho, melhor.
Cozinhe em fogo alto por, aproximadamente 15 minutos. Use um garfo para ver se já está cozido.
Sirva com um pouquinho de manteiga e leite morno.
Saboreie sem moderação.

Milho verde cozido

 
E vamos nós com mais uma delícia do período junino. Adooooro milho cozido! Fácil, fácil de fazer.
Experimente!
Milho verde cozido
Ingredientes
12 espigas de milho verde
05 litros de água
01 colher de sopa de sal
02 colheres de sopa de açúcar
Modo de Fazer
Retire a palha dos milhos e aqueles fios que ficam grudados neles. Caso as espigas não sejam novinhas, rale ligeiramente as espigas.
Aqueça a água, acrescente os milhos, o açúcar, o sal e algumas palhas, previamente lavadas.
Leve ao fogo alto por, aproximadamente 45 minutos.
É só saborear.

Canjica/cural de milho

As festas juninas, são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc, estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas ‘caipiras’ ou ‘saloias’ são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir ‘caipira’ tanto no Brasil como em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram o seu início em Portugal com as novidades que na época dos descobrimentos os portugueses levavam da Ásia, enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora por exemplo. Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, eles são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite.

No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

As grandes mudanças no conceito artístico contemporâneo, acarretam na “adequação e atualização” destas festas, onde rítimos e bandas não tradicionais aos tipicamente vivenciados são acrescentadas as grades e programações de festas regionais, incentivando o maior interesse de novos públicos. Essa tem sido a aposta de vários festejos para agradar a todos, não deixando de lado os costumes juninos, têm-se como exemplo as festas do interior da Bahia, como a de Santo Antônio de Jesus, que apesar da inclusão de novas programações não deixa de lado a cultura nordestina do forró, conhecido como “pé de serra” nos dias de comemoração junina.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.

O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos. (Fonte: wikipedia)

Depois deste momento cultural, vamos à melhor parte da festa: as comidas típicas ensinadas no Blog!
A receita de hoje é da Canjica, costumeiramente conhecida no Sul e Sudeste do Brasil como Cural de milho. É bem simples e todo mundo adora!


Canjica/cural de milho verde
Ingredientes

  • 03 espigas de milho verde
  • 01 e 1/2 xícaras de açúcar
  • 01 litro de leite
  • 01 colher de sopa de manteiga
  • 250 ml de leite de coco (opcional)

Modo de Fazer

Corte os milhos com uma faca, separando os caroços do capuco (aquele caule branquinho onde os caroços ficam grudados).

Bata no liquidificador com metade do leite. Coe.

Em uma panela grande ou caldeirão, misture os demais ingredientes e leve ao fogo médio, mexendo sempre para não grudar no fundo, nem formar bolos.

Se ficar muito grosso, acrescente mais um pouco de leite.

Sirva em pratos ou em copos com canela em pó.

Rende, aproximadamente 01 ½ litro de canjica.

 

Torta salgada rápida

 
Quando os ingredientes e o tempo são poucos, a criatividade toma lugar. Sexta estava na casa de mamis querendo preparar algo saboroso, mas não havia muita opção. Resolvi assim preparar uma tortinha salgada.
Gente, vocês não imaginam como ficou saborosa. Delícia, mesmo.
Confira a receita e as fotos!

Torta salgada rápida
Ingredientes
03 ovos
100g de manteiga ou margarina
01 copo de leite
01 colher de sopa de fermento biológico
01 ½ de farinha de trigo
Recheio
01 cebola
01 tomate
01 lata de milho verde
01 lata de ervilha
100g de presunto
100g de mozarela
Pimenta do reino a gosto
orégano
sal
Modo de Fazer
Em uma batedeira, disponha os ovos e a manteiga. Bata por 02 minutos e acrescente a farinha de trigo. Despeje o leite aos poucos e junte o sal. Bata por mais 05 minutos. Desligue a batedeira, adicione o fermento e mexa com uma colher.
Corte em cubinhos os tomates, a cebola, o presunto e o queijo. Escorra as latas de ervilha e milho e junte tudo. Acrescente o orégano e a pimenta do reino, acerte o sal e reserve.
Montagem
Unte um refratário com margarina e acrescente uma parte da massa. Acrescente o recheio e cubra com o restante da massa. Salpique parmesão e leve ao forno médio (pré-aquecido) por, aproximadamente, 30 minutos ou até que doure.
Sirva quente.
Rende 10 porções.